Diversos

Maison de L’espérance – Igreja na veia

Se quantidade fosse garantia de salvação eu já estaria no Céu: sábado fui na Maison de L’Ésperance, e lá é como se fosse uma pequena versão da ONU da igreja adventista: no mesmo prédio funcionam cultos em espanhol, francês e português, começando respectivamente as 9:30, 10:30 e 14:30. Como são vários auditórios, a divisão é feita em função do tamanho da audiência.

A maratona começou com meia hora na igreja hispana, depois corri pra francesa e assisti toda a programação, e à tarde ainda assisti o começo da programação na portuguesa. Não é brasileira, ao contrário da que eu frequentava nos EUA, é uma mistura bem forte de portugueses, angolanos, cabo-verdianos e brasileiros.  Mas foi bem interessante estudar o mesmo tema da Bíblia sob três perspectivas diferentes.

O culto francês lembrou o da Nova Semente em alguns aspectos, especialmente porque dentre os três foi o menos tradicional. Em estrutura não dá para comparar, na Europa toda o cristianismo é artigo de museu, e a França, com menos de 50% da população acreditando que existe “alguma forma de Deus” está no rumo de se tornar um país ateu dentro de pouco tempo.

Cantaram afinadinhos, as mesmas músicas que cantamos no Brasil. Eu tentei filmar e cantar ao mesmo tempo e não deu certo, só em uma das músicas o bom senso reinou e eu só filmei. Assita aí se tiver paciência.

Novamente os franceses me surpreenderam com a simpatia (nasce uma árdua defensora dos franceses, pelo jeito). Nesse caso a simpatia foi me chamar de novinha e me mandar pra classe dos jovens (tudo bem que na portuguesa e hispana também mandaram. Começo a achar que tenho cara de criança, ou atitude, sei lá).

Na classe francesa, sentou um rapaz ao meu lado, que obviamente devia ser francês. Claro que não era. Além de brasileiro,  o André é praticamente vizinho nosso em São Paulo. Virou meu primeiro amigo em Paris.

LICÃO: nunca faça nada achando que nenhum conhecido vai ver. Sempre haverá alguém no mundo que tem algum amigo em comum com você no Facebook.

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Calma, já vai passar.

Olha, só queria avisar que com a chegada iminente da viagem estou suando cada dia mais frio, me perguntando que raios eu tinha na cabeça quando resolvi passar um mês sozinha longe do marido e dos cachorros, mas agora não adianta reclamar, falta menos de uma semana e é bom começar a arrumar a mala de vez. O que me leva ao próximo problema,  como fazer 1 mês caber em uma mala de 23 kg?  Descobrirei até sexta feira.

As últimas notícias é que enfim  a escola me mandou o contato e endereço da família que me hospedará em Paris. Ainda não sei se é uma família ou uma mulher sozinha, já que perguntei apenas o essencial por email para não começar a ser chata antes mesmo de chegar lá. Mas gostei. Vou ficar num apartamento no 13th arrondissement (os bairros de Paris), num quarto com banheiro privativo, conexão wifi, lavanderia na esquina e um super Club Med Gym na frente do prédio, que cobra pelo passe diário a bagatela de 26 euros. O metrô fica a 5 quadras e é a mesma linha da escola. Dependendo da quantidade de croissants e crepes que atravessarem meu caminho talvez seja melhor dispensar o metrô e ir para a escola a pé. Vamos ver.

Tá aí o mapa dos bairros de Paris, dispostos em forma de caracol. Eu fico no 13, a escola fica no 9, por pouco não  atravesso a cidade toda. Se for andando, dá 6 km. Acho que vale um crepe de nutella.

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Vou ali em Paris e já volto, tá?

Após uma providencial e inesperada temporada de férias prolongadas, decidi que pra aproveitar o tempo vou arrumar as malas e partir pra um mês por aí aprendendo alguma coisa.

A coisa, no caso, foi aprender a assassinar o francês corretamente. A cidade-vítima escolhida foi Paris.

Portanto, durante os próximos meses este endereço abrigará as histórias, descobertas e dicas que irei fazendo pelo caminho.

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